sábado, 13 de fevereiro de 2016

Quem será o outro piloto da Manor?

Quase todas as vagas da temporada 2016 estão preenchidas, resta apenas um cockpit sem dono. Quem será que vai pilotar o 2° carro da Manor, única equipe sem a dupla decidida ainda? Veja as possibilidades no post de hoje:


























Alexander Rossi X Rio Haryanto:


Será que a Manor trocaria o certo pelo duvidoso? Eu digo que isso tem chances de acontecer sim, Veja: Alexander Rossi já participou de algumas corridas pela equipe, sua atuação no GP dos EUA foi notável. Mas será que isso já não é suficiente para ter um lugar garantido ao lado de Pascal Wehrlein? Não, pois do outro lado dessa disputa está o indonésio Rio Haryanto, que já tem ligações com a equipe desde 2010. Ele tem se mostrado bem forte na GP2 e além do mais, traz muito dinheiro para a equipe. Essa seria uma boa forma de unir o útil ao agradável.

Quem está na frente nessa disputa:

Se formos seguir a linha de pensamento que eu fiz acima, Haryanto já está quase dentro da equipe! Mas não é bem assim, pois a Manor tem contrato assinado com Rossi desde o ano passado e mesmo que esse contrato não dê certeza da participação dele na temporada de 2016, eles não iriam quebrar o contrato com um bom piloto como Rossi para assinar com algo que eles nem sabem se vai dar certo como Haryanto.
Ficou confuso? As respostas das perguntas abaixo vão explicar melhor.


Quem traz mais dinheiro?

Rio Haryanto, 1 X 0 para o indonésio.

Quem tem mais experiência em monopostos?

Alexander Rossi, 1 X 1, empatados.

Quem tem mais quilômetros rodados no cockpit da Manor?

Alexander Rossi, 2 X 1 para o americano.

Quem está há mais tempo vinculado com a equipe?

Rio Haryanto, 2 X 2, empatados.

Quem tem um pré-contrato de piloto titular?

Alexander Rossi, 3 X 2 para o americano.

Quem foi mais eficaz nas categorias de acesso?

Alexander Rossi, 4 X 2 para o americano.

Rossi wins!!



Conclusão:

Para mim, a vaga já é de Rossi! Sim, posso estar falando uma besteira enorme, mas acredito que esse ano a permanência do americano é o mais viável para a Manor. Haryanto é um bom piloto também, mas como vagas na F1 é algo muito concorrido, possivelmente dessa vez ele vai ficar de fora do grid e permanecer pelo menos mais um ano na GP2.





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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

As tempestades perfeitas.

Grandes campeões têm seus momentos de glória. Muitas vezes esses momentos acontecem tanto que se tornam tempestades perfeitas. Esse fenômeno meteorologicamente automobilístico acontece por diversos fatores. Conheça a chuva de títulos desses campeões no post de hoje:




Juan Manuel Fangio influenciou o clima por quase uma década:



Na década de 1950 não havia muitos ventos para soprar as enormes nuvens de Juan Manuel Fangio que pairavam sobre o terreno da Fórmula 1. Fangio tinha o conjunto perfeito: muito talento, uma grande personalidade e é claro, ótimos carros. Tudo isso resultou em 24 vitórias entre 1950 e 1958. Para se ter uma ideia do quão superior ele era em relação aos outros da época, ele venceu 5 das 8 temporadas que participou. Ou seja: 62,5% desses campeonatos.



Michael Schumacher, a maior tempestade da história:
                                                                                                       

As nuvens que trouxeram toda essa tempestade começaram a se formar em 1996, quando o alemão foi para a Ferrari. Nem mesmo ele poderia acreditar que tudo daria tão certo! 
A chuva de glórias começou a cair em 2000, quando Michael conquistou seu 1° título pela equipe italiana. A partir daí, a frente fria alemã ficou estacionada por vários anos sobre o terreno das corridas da F1. 
Como tudo no mundo, essa fase da tempestade perfeita de Schumacher acabou. A verdade é que ele sempre influenciou no clima da F1, desde que chegou por lá. Sua tempestade perfeita deixou marcas inapagáveis na história da categoria.

Sebastian Vettel, uma chuva repentina que virou tempestade:



Tudo começou em 2010, quando numa temporada cheia de reviravoltas no clima da F1, um alemão prodígio veio aos poucos tomando conta do campeonato e com sorte e talento garantiu seu 1° título mundial. No ano seguinte, a chuva tornaria-se uma tempestade perfeita com 11 vitórias num ano só e com um carro quase imbatível. Em 2012, muitos ventos sopraram tentando levar embora a tempestade perfeita de Sebastian. Porém, ele foi mais forte que isso e levou seu 3° título. Para 2013 a tempestade veio com mais força ainda pois foram 13 vitórias naquele ano!
A partir de 2014, a tempestade Vettel perdeu força devido aos fortes ventos soprados pela Mercedes. Apesar disso, todos conhecem o potencial do alemão e é por isso que eu digo que qualquer hora dessas a tempestade vai voltar, É bom todos ficarem atentos para futuras tempestades vindas da Ferrari n° 5.

   




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domingo, 7 de fevereiro de 2016

O Peraltado: O primeiro retorno da Renault

Olá pessoal! Eu sou Eduardo Casola Filho e esta é mais um texto para a coluna O Peraltado. Excepcionalmente neste domingo, lanço mais um artigo para o blog Curva a Curva. Para hoje, pego carona no grande acontecimento da primeira semana da fevereiro: o retorno oficial da Renault como equipe de fábrica à Fórmula 1.

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A segunda fase começou em 2002

Diante da ansiedade pela terceira passagem da marca francesa pela categoria, resta-nos lembrar de sua história nas duas primeiras passagens. Como o blog já fez um resumo da primeira passagem dos franceses, vou abordar um pouco sobre a sua segunda passagem, mais especificamente o primeiro ano do retorno da montadora.

Voltemos ao início do novo milênio. A Benetton, escuderia pertencente a uma tradicional grife italiana vivia dias complicados, com desempenhos pífios e perdas de patrocínios. Até o uso de motores era algo dramático, pois eles se viraram com motores da Renault de segunda mão, preparados pela Supertec e rebatizados de Playlife.

Como a montadora estava disposta a retornar à categoria máxima do automobilismo, juntou-se a fome com a vontade de comer. Assim, em 16 de março de 2000, a equipe de Enstone passava a ser propriedade francesa.

B201: a última Benetton, guiada por Jenson Button, em 2001

As temporadas de 2000 e 2001 foram tratadas como mero laboratório e a escuderia, ainda chamada de Benetton teve desempenhos sofríveis. Para 2002, o nome da grife das cores unidas dava lugar à tradicional fábrica gaulesa. Assim, a Renault voltava a ter uma equipe de F1.

Para a volta, a equipe francesa manteve Jenson Button, que estava na antiga Benetton no ano anterior e trouxe o italiano Jarno Trulli, egresso da Jordan para a equipe titular, além do jovem Fernando Alonso, destaque da Minardi em 2001, para piloto de testes o staff liderado por Flavio Briatore permaneceu no comando da equipe.

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Jarno Trulli, Jenson Button e Fernando Alonso na apresentação do R202, o carro do retorno
Com resultados apenas razoáveis nos testes, a expectativa era brigar para ser a quarta força do grid, apenas abaixo de Ferrari, McLaren e Williams. Tudo foi empacotado para a abertura do mundial, em Melbourne, Austrália.

No entanto, a primeira corrida de retorno da Renault como equipe durou pouco. Button acabou vítima da obliteração generalizada ocorrida na largada causada pelo acidente entre Ralf Schumacher e Rubens Barrichello.



Trulli, que largara em sétimo, se aproveitou da confusão e saltou para segundo! Após a saída do Safety-Car, o italiano resistiu às pressões de Juan Pablo Montoya e Michael Schumacher, mas na volta 8, fez besteira, rodou sozinho e bateu no muro, jogando fora a chance de um pódio, no mínimo.


A decepção do começo logo foi superada. Button teve uma boa sequência de pontos nas três corridas seguintes e manteve a regularidade como pôde. Trulli demorou mais para pontuar, mas a participação de ambos foi o suficiente para levar a Renault para a quarta posição no campeonato de construtores, com 23 pontos. (lembrando que apenas os seis primeiros pontuavam naquele ano)

Alonso: de test driver a líder da escuderia

Ainda que os franceses não tenham conseguido sequer um pódio no ano de retorno, a esperança estava em evoluir nos anos seguintes. A equipe foi se acertando, especialmente com a promoção de Alonso a piloto principal, o que lhe rendeu os títulos de pilotos e construtores em 2005 e 2006.

A Renault volta com o pensamento similar daquele ano. Após um período de transição e com uma dupla com estilo similar àquela de 2002, a esperança é de que as vitórias não tardem a vir.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O que será da Williams em 2016? Opiniões:

Mês passado pedimos ao nossos leitores que nos enviassem opiniões de como seria o desempenho da equipe Williams nessa temporada. Alguns foram otimistas, outros contidos e até pessimistas. Veja e opine sobre o possível desempenho da equipe de Grove no post de hoje:




Opiniões e comentários: 



Lucas P. Martins: Sinceramente, o mesmo do ano passado com menos erros e se a regra dos motores iguais for de fato efetiva uma vitória na Inglaterra.

Fábio SilvaUma boa temporada com o Valtteri até vencendo uma ou 2 provas e o desempenho medíocre que o Massa tem apresentado nos últimos anos.

Wellington FushimiNo ano passado a Williams tinha carro para andar junto com as Ferraris, esse ano espero que a mesma fasse passe. Com mais sorte e competitividade!

KART e AÇÃOSe considerarmos aerodinâmica testada nos túneis de vento, acredito sim em uma boa melhora na performance no que diz respeito pressão aerodinâmica. Um ponto que terá muito impacto nos resultados da Williams será a evolução das outras equipes em relação os aos motores (Ferrari e Renault) bem como a melhoria também na aerodinâmica deles.

Carlos Eduardo Beiró de Freitas: Não espero muito, quando andaram bem em 2015, ou Massa e Bottas erravam ou eles erravam... Três pneus iguais e um diferente, nem em carrinho de lomba... Lembram?


Ariel Olimpia: Se eles conseguirem fazer um carro que se adapte ao jeito agressivo do Felipe de dirigir enquanto aos pneus porque, ele nunca na vida foi um poupador de pneus, isso eles só vão conseguir melhorando a aerodinâmica desse carro
Outro ponto fraco da Williams é a estratégia.
As paradas nos Boxes também são um ponto fraco, qualquer milésimo que consigam ganhar será mais do que necessário para bater uma Mercedes ou uma Ferrari.
Se conseguirem se acertar nesses itens será vários passos para chegar mais perto da Mercedes, e talvez assim, brigar por uma vitória.



Filipe AugustoNa minha opinião a Williams desse ano vai ter uma melhora, mas isso não será muito percebido por nós, porque a Ferrari deve estar bem superior do que em 2015. Mas a Williams pode conseguir bons resultados com o finlandês Valtteri Bottas e o brasileiro Felipe Massa, mas ganhar corridas eu acho um pouco impossível.


Vitor Veine: Se a Williams evoluir da maneira que vem se especulando, acredito que ela possa tomar o lugar da Ferrari como segunda força da categoria. 

Em relação aos seus pilotos,  meu único comentário é sobre Bottas, que conseguiu provar ser agressivo e agora tem que manter esse ímpeto caso queira evoluir tecnicamente para conseguir um melhor equipamento.






Tem uma opinião diferente? Deixa ela nos comentários abaixo. Se o comentário ficar bom, postaremos ele em nossa página no Facebook!




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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

6 fatos que provam que Pastor Maldonado é um mito!

É amigos, o mundo da F1 nunca mais será o mesmo sem Pastor Maldonado. O venezuelano está no olho da rua após perder sua vaga na Renault e para a tristeza dos fãs não há nenhum substituto a altura do venezuelano. Nos resta agora lembrar e comprovar que ele é mesmo um mito:




1-Se acidentar todo mundo se acidenta, mas Maldonado faz isso com estilo:

Acidentes fazem parte da arte e maestria que se deve ter para guiar, nunca houve nenhum talento tão notável de mãos tão habilidosas quanto Maldonado. A corrida até parava quando ele batia, de tanta admiração que havia por trás desse herói!



2-Fez mais na Williams do que Senna:

Quem é Senna perto de Maldonado?? Senna sempre foi só um produto da mídia. Já Maldonado não, sempre tirou leite de pedra dos horríveis equipamentos que tinha, inclusive venceu de Williams, o 3° pior carro do grid. Enquanto isso Senna só batia sua Williams o tempo todo, isso que aquele carro era o 2° melhor do grid.



3-Quando vence, desperta até os Deuses:

Quando simples pilotos de F1 vencem, tudo é normal. Uma comemoração simples uma cerimônia no pódio e umas entrevistas formais. Mas quando o MITO vence, até o Deus do fogo Hefesto fica eufórico!


4-Além de herói nacional é herói na família também:

Somente alguém com poderes sobrenaturais consegue entrar em meio ao fogo e salvar uma inofensiva criança. Foi isso que o nosso supremo mito fez naquele glorioso dia de sua vitória: Salvou seu primo Manuel das chamas e da fumaça dentro dos boxes da Williams. 



5- Sempre à frente dos rivais:

Não adianta acreditar no que essa mídia tendenciosa escreve sobre Maldonado, eles querem esconder toda a verdade que ele sempre foi melhor do que seus companheiros. Essa foto prova tudo:




6-Entrar no carro do Mad Max não é para qualquer um:

Você acha que a Warner Bros colocaria qualquer piloto para divulgar o filme Mad Max? Claro que não né.....
Somente Maldonado se encaixa com o perfil do personagem. O Lotus E23 Mad Max era perfeito para Pastor, só que novamente as tendenciosas e burocráticas leis da F1 impediram nosso mito de correr com esse carro!





Esse post foi só uma brincadeira gente :)

Os Guard-Rails e as barreiras de proteção vão sentir falta de seu melhor amigo!







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