sábado, 31 de outubro de 2015

O Peraltado: O GP do México que mudou os rumos de uma temporada

Olá pessoal. Eu sou Eduardo Casola Filho e este é mais um artigo em O Peraltado. A história de hoje remete a um histórico grande prêmio disputado no Autódromo Hermanos Rodriguez.

A pista que serve de inspiração para o nome desta coluna (infelizmente a curva Peraltada não é mais usada :( ) teve 16 edições do Grande Prêmio do México em sua história. Dentre todas, destaco 1986, um ano histórico na Fórmula 1 em muitos aspectos.

Berger comboiando o pelotão (imagem: site Fórmula 1)

A categoria voltava ao território mexicano após 15 anos com uma corrida decisiva no certame daquele ano. Era a penúltima prova do mundial e a corrida poderia coroar Nigel Mansell como campeão caso conseguisse manter mais de nove pontos de vantagem para Alain Prost e Nélson Piquet antes da prova final, na Austrália.

A classificação ocorreu sem surpresas, com Ayrton Senna, de Lotus, colecionando a sua oitava pole position na temporada, As Williams de Piquet e Mansell seguiam logo atrás, seguidos pela Benetton de Gerhard Berger, a Brabham de Riccardo Patrese e a McLaren de Alain Prost.

Para o Red Five, apenas comboiar Prost e Piquet era o suficiente, mas o inglês fez questão de estragar tudo com uma largada webber-barrichelliana, caindo para o fim do pelotão.

Largada da corrida Mexicana (imagem: blog Motor Spirit)

Enquanto Mansell remava no pelotão, Piquet assumia a ponta, seguido de perto por Senna, Prost e Berger. O panorama seguiu-se assim até a hora das paradas nos boxes.

Aqui cabe um parêntese: Haviam duas fornecedoras de pneus naquela época: a Goodyear, que cedia sua borracha para boa parte das grandes escuderias do grid, e a Pirelli, que estava mais com equipes médias e pequenas.

A Benetton era uma equipe estreante em 1986, a equipe fora um dia a Toleman, aquela pela qual Senna estreou na F1. A escuderia da grife das Cores Unidas era a principal cliente da Pirelli em 1986.

Voltando a corrida, todos os principais nomes da temporada precisavam trocar pneus pois o asfalto irregular do circuito mexicano e o clima quente e seco causavam um desgaste grande.

Prost, com sua tocada mais suave e cerebral ainda conseguiu levar o carro com uma parada durante as 68 voltas da prova; Senna e Mansell pararam duas vezes; já Piquet precisou de uma terceira troca após problemas no último set. O brasileiro teve que segurar o ímpeto do Leão na briga pelo quarto lugar.

O pulo do gato da Benetton e da Pirelli (imagem: site Fórmula 1)

Mas, o que ninguém esperava era que Berger continuasse firme e forte. Em 1986 não havia reabastecimento e nunca havia se pensado na possibilidade de se obrigar a usar mais de um composto durante uma corrida.

Isto é, se um piloto quisesse ficar na pista o tempo inteiro e não entrar nos boxes e perder tempo om pit-stops demorados (naquela época era bem mais demorado que hoje), ele podia. Uma vez ou outra se fazia isto em algumas pistas, mas no complicado circuito asteca, não era algo recomendado.

Mas a Pirelli estava inspirada naquele dia. O composto levado ao circuito Hermanos Rodriguez era resistente e competitivo, casando bem com o carro Benetton B186 motor BMW turbo e com o estilo de pilotagem de Berger.

Pódio lotado e bandeiras bem zoadas: GOSTAMOS! (imagem: QuintEvents)

Ao final das 68 voltas. Gerhard Berger conseguia a sua primeira vitória na categoria máxima do automobilismo mundial e dava a primeira conquista para a Equipe das Cores Unidas. Prost e Senna fecharam o pódio, seguidos pelas Williams de Piquet e Mansell e pela Ligier de Philippe Alliot.

Melhores momentos da corrida



Últimas voltas (narração de Galvão Bueno)


O resultado surpreendeu a Goodyear que resolveu para a corrida seguinte, na Austrália,  usar o mesmo método da sua concorrente: Um pneu que tivesse desempenho, mas que durasse a corrida inteira. Mas o resultado não foi o esperado.

A McLaren não confiou nos pneus da Goodyear, enquanto a Williams acreditou. Resultado: Prost venceu a corrida e acabou campeão.

____________________________________________________________________

Voltando ao México, Piquet ainda foi responsável por uma última efeméride: O brasileiro deu uma carona tripla para Alliot, para Rene Arnoux e para Stefan Johansson, que pararam pelo caminho.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Fernando Alonso está otimista para 2016 e diz que a McLaren pode bater a Mercedes futuramente.

Fernando Alonso tem se mostrado otimista ultimamente quando o assunto é o desempenho da McLaren em 2016. Na ultima corrida o time inglês pôde disputar pontos com as grandes equipes novamente. Mas será que toda essa empolgação tem fundamentos reais? Veja a declaração do espanhol no post de hoje:


A declaração:

''É um projeto novo e com muito futuro. Apesar da falta de resultados este ano, creio que realmente somos a equipe que pode bater a Mercedes no futuro é a McLaren-Honda, e nenhuma outra equipe vai conseguir isso a curto prazo. Temos aprendido muitas lições. Algumas dolorosas, pois está sendo um ano difícil. Mas estamos nos mantendo muito unidos com as coisas muito claras e o objetivo também muito claro. Não houve momentos de pânico, nem de caos dentro da equipe quando estávamos nas últimas posições.''

Sonho ou realidade?

A McLaren criou um sistema totalmente novo de turbo para o seu motor V6, de primeiro momento não deu certo e até hoje tem muitas falhas. A Honda tem trabalhado muito ultimamente para reverter a situação, sempre atualizando suas unidades motrizes, os japoneses prepararam uma nova atualização do motor já para o GP do México. Com isso os pilotos da McLaren vão largar na última fila. Para 2015 não dá mais para sonhar nada, o MP4/30 é um carro mal nascido e o motor é pior ainda. No entanto, a Honda e a McLaren já desistiram há tempos da temporada atual, eles vêm fazendo desse ano praticamente uma pré-temporada que pode ter ótimas consequências. O MP4/31 com certeza terá um chassi e um motor melhor que o atual, agora se vai bater de frente com a Mercedes acho impossível, talvez voltem a fazer o papel de equipe de 2° e 3°pelotão como em 2013 e 2014 que já seria uma ótima evolução!  


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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Carreiras promissoras interrompidas pela morte. (parte 2)

A vida é traiçoeira para todos, inclusive para os pilotos, muitos partem muito antes de poder deixar seu legado. Quantos talentos deixaram de ser mostrados por conta de falhas fatais? As incógnitas afloram em nossas mentes usando verbos condicionais para falar sobre eles; ''e se ele não tivesse morrido, ele teria ganho....''. Bem, não cabe a nós dizer isso, cabe somente ter em memória esses nomes que apesar de talvez serem pouco conhecidos, têm muitas histórias para contar. Vamos lá, está dada a largada para mais um post:


                                                                         Stuart Lewis-Evans:



Evans foi uma das estrelas da Fórmula 3 na década de 1950, chegou a Fórmula 1 em 1957, correndo pela equipe Vanwall. Estreou com um brilhante 4°lugar em Mônaco. Ainda naquela temporada, conquistou uma pole position em Monza. Terminou o campeonato em 12°, porém não participou de toda temporada. Em 1958, teria brilhantes resultados. No GP da Holanda, Evans conquistou sua pela 2° vez a primeira posição no grid. Nessa temporada conquistara dois pódios; na Bélgica e em Portugal ,ambos em 3°lugar. Na última corrida da temporada, o GP de Marrocos Lewis Evans sofreu um grave acidente, as consequências foram graves, queimaduras horríveis. O piloto ainda foi levado para um hospital na Inglaterra, porém veio a falecer seis dias depois. 

Dan Wheldon:


''Wheldon Faleceu num grave acidente que envolveu 15 carros nas 300 milhas de Las Vegas quando estavam decorridas 13 voltas. Seu carro decolou sobre o carro de Paul Tracy, vindo a bater de cabeça para baixo, destruindo o protetor de cabeça do seu carro e em seguida seu capacete. Dan Wheldon foi levado para um hospital de Las Vegas, mas não resistiu aos ferimentos. Após o anuncio oficial da morte e o cancelamento da corrida, os pilotos fizeram uma homenagem, dando cinco voltas no circuito, seguindo o pace car.''

Marco Simoncelli:


Em 23 de Outubro de 2011, Simoncelli envolvou-se em uma colisão com o piloto americano Colin Edwards e seu colega italiano Valentino Rossi durante o Grande Prêmio da Malásia, no circuito internacional de Sepang. Na quarta posição durante a segunda volta, a moto de Simoncelli perdeu tração na curva 11 começou a deslizar para o cascalho, mas os pneus tracionaram e sua moto de repente mudou de direção colidindo-se com Edwards e Rossi. Simoncelli foi atingido na parte inferior do corpo por Edwards e na cabeça por Rossi, com o impacto, Marco perdeu o capacete. A corrida foi imediatamente a bandeira vermelha. Edwards sofreu uma luxação no ombro além de um coágulo craniano. Foi levado de ambulância ao centro médico do circuito e às 16:56 hora local, menos de uma hora após o acidente, foi anunciado que ele havia morrido em causa de seus ferimentos.

Steffan Bellof:


Bellof estreou na Fórmula 1 em 1984, na Tyrrel. Sua 1° aparição famosa é no GP de Mónaco daquele ano. Bellof largou em 20° e assim como Senna fez uma fantástica prova. Ultrapassou muitos pilotos e chegou em 3° lugar na corrida que foi interrompida na volta 32. Porém seu 3°lugar não valeu, a Tyrrel foi desclassificada por conta de irregularidades no carro. Em 1985, Bellof foi convidado para participar da prova ''1000 km de Spa-Francorchamps''. Mal sabia Stefan que seu destino seria trágico naquele 1°de Setembro. Na 77ª volta da corrida, ao disputar a liderança com o belga Jacky Ickx, Stefan tentou uma arriscada ultrapassagem por fora na entrada da curva Eau Rouge. Os dois Porsche se tocam; o Porsche de Ickx bate com a traseira direita nos guard-rails, ao passo que o carro de Bellof vai bater frontalmente no muro de proteção, incendiando-se. Bellof é retirado do carro e levado para o centro de cirurgia do circuito, mas não resiste aos ferimentos e falece no local, uma hora após o acidente.


Conclusão da série: 

Terminamos aqui essa série de textos que conta sobre pilotos que tiveram suas carreiras paradas pela morte e que me chamaram atenção. Claro que há muito mais pilotos que se encaixariam nessa lista. Se você lembra de algum, comente!



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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Felipe Nasr, sorte ou talento?

O brasileiro Felipe Nasr completou mais uma corrida na zona de pontuação, esta já é a 6° corrida do brasiliense nos pontos. Mas será que Nasr está surpreendendo mesmo ou está contando com a sorte e aproveitando-se das falhas dos adversários para somar no campeonato? Veja mais sobre o desempenho do brasileiro no post de hoje:


























                                                                          Suas corridas na zona de pontuação:

Austrália: Nasr fez uma estreia de altíssimo nível na Fórmula 1, com um 5°lugar no GP da Austrália, mostrou-se consistente em toda prova e além disso teve ótimos duelos contra Daniel Ricciardo e Carlos Sainz. Jr.

China: Mostrou-se forte passando para o Q3 e se classificando a frente de Marcus Ericsson, na corrida continuou liderando seu pelotão, mostrando mais uma vez um ritmo consistente e terminando em 8°.

Mônaco: Felipe largou em 16°, não foi um sábado bom para ele. Na corrida conseguiu um ótimo ritmo, aproveitando de abandonos e cruzando a linha de chegada em 9°;

Singapura: Nasr já estava há várias provas em pontuar, sua Sauber não estava ajudando também. No sábado, conseguiu o 16°lugar no grid, novamente a frente de Ericsson. Na corrida, Felipe aproveitou de uma boa estratégia e de abandonos para conseguir terminar em 10°. 

Rússia: Felipe fez uma excelente qualificação, largando em 12°, quase passando para o Q3. Na corrida dá para se dizer que o desempenho de Nasr nunca foi tão bom quanto naquele fim de semana, pois o brasileiro chegou a ficar na vice liderança da corrida e após ter uma ótima estratégia de pneus, terminou em 6° lugar.

Estados Unidos: Num fim de semana problemático por conta do clima, Nasr não fez um bom treino classificatório e largou até atrás de Ericsson. Na corrida, também não teve sorte, quebrou o bico e chegou a ficar em último, porém devido as entradas do Safety car e os abandonos dos adversários, o brasileiro ainda pôde comemorar mais dois pontos no campeonato com um 9° lugar.   


                                                                    Análise sobre Nasr nos EUA:


Após a corrida, a chefe de equipe da Sauber Monisha Kaltenborn disse: “Nós não podemos absolutamente ficar satisfeitos com esse fim de semana. Não é desculpa que um piloto não conhecia a pista antes e nós tivemos como dar muitas voltas aqui. Quase tudo que não deveria acontecer durante uma corrida aconteceu. O resultado foi positivo, mas não podemos contar apenas com a sorte no futuro.” 

Bem, a Sauber deve sim trabalhar para que em 2016 possam ter mais resultados como esse, Nasr tem contado bastante com a sorte, mas mesmo assim podemos encher ele de méritos, pois além de ser estreante na categoria, vem tendo resultados ótimos resultados com o 2° pior carro do grid, esperamos que em 2016 Nasr e Sauber possam melhorar mais ainda e que o futuro de ambos seja próspero. 

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sábado, 24 de outubro de 2015

Citação: Homem, máquina, sonho e realidade.

O post de hoje é sobre uma bonita citação de Luiz Carlos Lima sobre Nelson Piquet. Lima é o autor da biografia de Piquet e que antes de começar contar a história do tri campeão deixa um prefácio com essa citação:


''O homem domina a máquina. A máquina nada mais é que o prolongamento de seus
membros, um instrumento de sua vontade. O "cavaleiro solitário" acelera "fundo" e vai
deixando pelo caminho sua agressividade, seus anseios, suas tensões que vão se
desmanchando na pista, misturadas à borracha dos pneus "slick". Ele é uma estrela na
constelação do espetáculo, levando ao público emoção, vibração, energia.
Pilotar significa assumir o controle total sobre si mesmo. Nada mais puro e natural. É
a conquista do poder total, supremo. O piloto sente-se senhor do mundo. Este é o sentido do
amor à velocidade. O objetivo: chegar, ganhar um prêmio. Pode-se imaginar a mulher de seus
sonhos esperando de braços abertos após a linha de chegada. Correr é um sonho, real.
O sonho e a realidade nasceram um para o outro e formam o único par perfeito que
existe. O sonho mora em nosso interior, que é o "habitat" das nossas verdades. Mas nossas
verdades querem caminhar livres pelo mundo. Querem sentir o sol, a chuva, a alegria, a
tristeza, a natureza, a poluição. Viver a verdade significa viver de verdade.
Viverei minhas verdades, completas, e sentirei a emoção do sonho real a cada linha de
cada livro que escrever, a cada palavra que dirigir a cada aluno que ensinar os primeiros
passos da formação profissional, a cada reta e a cada curva de cada pista que correr, a cada
peça que anexar ao acervo do museu que vou criar. Será o homem realizando tudo o que o
menino há muito vem sonhando. Simples convicção de quem tem certeza da vitória e tem os
passos iluminados por Deus. Quero contar, também, com o apoio moral de todos vocês.
Quando pisar o mais alto degrau do pódio da vida estaremos todos juntos e uniremos
nossos sentimentos e nossas verdades e nossa amizade se eternizará.
Estou e estarei sempre perto de vocês, em qualquer momento e em qualquer situação''


 Luiz Carlos Lima, Maio de 1984; Nelson Piquet: a trajetória de um grande campeão. 1986.


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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O filho do Keijo em: Primeiros goles de Champagne e o adeus ao tio Frank.

No último post sobre Nico, contamos os dois primeiros anos dele na F1, épocas de muitas experiências e contradizeres.
No post de hoje vamos mostrar que após Nico provar que tem talento e calar a boca do povo, inicia o ano de 2008 em alta querendo provar novamente do que é capaz.


                                                                                         2008: 



Nico já mostrou serviço no primeiro GP do ano, com um belo 3º lugar em Melbourne, cravando o primeiro dos 37 pódios na carreira até hoje. No mesmo ano Rosberg conquistou seu 2º pódio em um fatídico GP de Singapura*, embora aparentemente 2008 tenha sido um ano glórias o filho do “keijo” pontuou em apenas 5 das 18 corridas disputadas (Austrália, Bahrein, Turquia, Europa e Singapura), e somou apenas 2 abandonos (Espanha e Mônaco), foi um ano não muito empolgante no mundial de pilotos, Nico ficou em 13º lugar, com apenas 17 pontos, sendo que em 2007 pontuou em 6 corridas, somou 20 pontos e um 9º lugar no mundial.

                                                                                         2009: 



Foi um bom ano para o piloto e para a equipe, Nico iniciou novamente pontuando, com um 6° lugar em Melbourne, continuou o ano mostrando que tem intimidade com a zona de pontuação, pontuando em incríveis 11 de 17 GP’s , um recorde pessoal para o alemão (Austrália, Malásia*, Espanha, Mônaco-Turquia, Grã Bretanha, Alemanha, Hungria, Europa, Bélgica e Japão), deixando de pontuar em apenas 5 corrias (China, Bahrein, Itália, Cingapura e Abu Dhabi), sendo que abandonou no GP do Brasil, terminou o grande em 7º lugar, com 37,5 pontos** e batendo mais uma vez seus recordes pessoais e seu companheiro de equipe.

Terminou o ano em alta e de contrato novo, pois em 23 de novembro de 2009 a equipe Mercedes anunciou a contratação do alemão para a temporada de 2010. Temporada na qual falaremos no próximo post.

http://blogcurvacurva.blogspot.com.br/2015/07/2007-e-2008-anos-de-polemicas-politicas.html


** GP da Malásia interrompido na volta 33. A classificação foi baseada na ordem da volta 31. Metade dos pontos foram dados aos pilotos pois a prova não completou 75% do seu total e Nico terminou em P8 recebendo apenas 0,5 ponto.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

21 de Outubro, um dia histórico em diversas dimensões.

Hoje tem se comentado bastante o fato do dia 21 de Outubro de 2015 ser o dia em que o personagem Marty McFly veio para o futuro, no filme de Volta para o Futuro. Bem, este dia é lembrado também por quatro datas marcantes no mundo da velocidade, embarque nessa cápsula do tempo no post de hoje:

 



                                                             Kimi Raikkonen Campeão em 2007:


''O brasileiro Felipe Massa largou na pole-position, Lewis Hamilton em 2º, Kimi Räikkönen em 3º e Fernando Alonso em 4º. Massa era o único entre os quatro pilotos que não tinha chances de ser campeão da temporada. Na largada, Räikkönen assumiu a segunda posição e Fernando Alonso a terceira, Hamilton tentou manter-se na frente de Alonso mas errou e saiu da pista caindo para 8º, enquanto buscava a recuperação seu carro apresentou problemas no câmbio e ele foi parar na 18ª posição, a McLaren armou então uma estratégia de 3 paradas mas só conseguiu levar o seu piloto ao 7º lugar na prova. Pela combinação de resultados, Kimi Räikkönen seria campeão caso vencesse a prova, Fernando Alonso não alcançasse a 2ª posição e Lewis Hamilton ficasse ranqueado abaixo da 5ª colocação. Na última parada nos boxes dos pilotos da Ferrari, Felipe Massa perdeu a liderança para Kimi Räikkönen que manteve-se em primeiro até o final da prova, sagrando-se pela primeira vez campeão mundial de Fórmula 1 com um total de 110 pontos, Alonso terminou em 3º na corrida somou 109 pontos, mesmo número de pontos de Hamilton.''

BI campeonato de Senna em 1990:


O tão esperado duelo entre Senna e Prost não passou de oitocentos metros. Senna, ainda com o sentimento de injustiça cometido contra ele em 1989, e largando do lado sujo da pista, mesmo sendo pole position, jogou deliberadamente o seu carro contra a Ferrari de Prost na primeira curva, garantindo assim o bicampeonato. Tinha 78 pontos contra 67 do francês, faltando apenas disputar a corrida da Austrália.

Tri Campeonato de Lauda em 1984:


Para Niki Lauda era necessário um segundo lugar para garantir o título. Faltando 18 voltas para o final, Nigel Mansell abandonou e com isso o austríaco garantiu seu título. Como resultado, ele levou o título por apenas meio ponto do companheiro de equipe Alain Prost. Niki Lauda, assim vencera seu último campeonato, ​​sua carreira longa e marcante se aproximava do fim.

Dobradinha Piquet-Moreno em 1990:



Foi um dia de festa para os Brasileiros, desde o polêmico título de Senna e a dobradinha das Benetton de Nélson Piquet e Roberto Pupo Moreno. Senna largou na pole mas bateu com Prost na largada, com os outros abandonos, a dupla brasileira da Benetton festejou no pódio junto ao piloto japonês Aguri Suzuki.


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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Carreiras promissoras interrompidas pela morte. (parte 1)

A vida é traiçoeira para todos, inclusive para os pilotos, muitos partem muito antes de poder deixar seu legado. Quantos talentos deixaram de ser mostrados por conta de falhas fatais. As incógnitas afloram em nossas mentes usando verbos condicionais para falar sobre eles; '' e se ele não tivesse morrido, ele teria ganho....''. Bem, não cabe a nós dizer isso, cabe somente ter em memória esses nomes que apesar de talvez serem pouco conhecidos, têm muitas histórias para contar. Vamos lá, está dada a largada para mais um post:





                                                                         Ricardo Rodríguez:



Foi considerado um futuro campeão, mas não teve chances de mostrar isso. Seu melhor resultado foi um 4° lugar. Em Outubro de 1962 ele teve a permissão de sua equipe na época, a Ferrari para correr em um Lotus 24 numa corrida não oficial na Cidade do México. Ricardo morreu durante o primeiro dia de treinos, após chocar-se no muro. Isso devido a uma falha de suspensão em seu Lotus. Ele tinha apenas 20 anos.


Jules Bianchi:


Relato do caso: ''No Grande Prêmio do Japão, realizado no Circuito de Suzuka em 5 de outubro de 2014, Jules Bianchi sofreu um grave acidente na volta 44, quando sua Marussia bateu em um trator que retirava o carro do piloto alemão Adrian Sutil. Foi levado ao Hospital Universitário de Mie, em Yokkaichi e a prova foi encerrada antes do previsto. Foi constatado que sofreu lesão axonal difusa - quando o cérebro move-se violentamente no crânio, e desde então estava em estado crítico porém estável. Na prova seguinte, o Grande Prêmio da Rússia, foi homenageado por pilotos e equipes. A Marussia resolveu não substituí-lo. O piloto ficou internado no Japão por quase dois meses e havia sido transferido para a França depois que seu quadro clínico foi estabilizado, porém permanecia internado em estado vegetativo, sem apresentar melhoras significativas. Veio a falecer na madrugada do dia 17 de julho de 2015, em Nice, em decorrência de seu acidente.'' Bianchi correu apenas duas temporadas na Fórmula 1, seu melhor resultado foi um 9° lugar no GP de Mônaco de 2014.

Greg Moore:


Greg estrou na CART em 1996, surpreendeu todos com 3 pódios na temporada. Em 1997 Moore venceu duas etapas da CART. Ainda em 1998 e 1999 vencera mais duas provas. Até que na última epata da temporada de 1999, um acidente mudaria o seu destino:
''O piloto morreu tragicamente em 31 de Outubro de 1999 após um acidente na etapa de Fontana na Champ Car, quando seu carro rodou, cruzou a pista inclinada do circuito oval e chocou-se de cabeça contra o muro interno, com o carro alinhado verticalmente ao solo. Greg foi anunciado morto por um membro da equipe e pelo médico da CART, Dr. Steve Olsey, após a equipe de resgate ter o levado, alegando múltiplos ferimentos na cabeça tornando incapaz um ser humano sobreviver naquela situação clínica. O companheiro de equipe de Greg, o também canadense Patrick Carpentier, não suportou terminar a entrevista e deixou-a sem dar mais explicações. Ao final da corrida, todos os pilotos entrevistados abaixaram a cabeça durante a entrevista sem palavras para descrever uma tragédia como aquela. Greg foi e ainda é considerado um ídolo por muitos na categoria por onde passou, por sua ousadia, determinação e talento''.

Roland Ratzenberger:


Roland Ratzenberger estreou na Fórmula 1 em 1994, já era conhecido por ter sucesso no Japão. Dos 3 GPs que participou, só largou no segundo, em Aida, no Japão. No dia 30 de Abril de 1994, durante os treinos do GP de San Marino, terceira etapa da temporada, morreu num terrível, após a asa traseira do austríaco soltar-se e fazer com que seu carro perdesse o controle rapidamente na curva, então Roland foi arremessado a quase 300 km/h no muro com uma altíssima força G. O piloto quebrou o pescoço e morreu na hora, embora o laudo médico ter dito que Ratzenberger foi levado ao hospital com vida.


Tom Pryce:


O galês Tom Pryce estreou na Fórmula 1 em 1974, aparentava ter uma grande carreira, principalmente após dois pódios na categoria e sua poleposition para o GP da Grã Bretanha de 1975. O acidente fatal de Pryce é considero um dos mais bizarros e horríveis da história da categoria.
'' Pryce, então com 27 anos, conduzia um carro da equipe Shadow, com o número 16. Após um acidente com outro Shadow, do italiano Renzo Zorzi, alguns fiscais de pista buscam auxiliar o piloto. Dois fiscais cruzam a pista. O primeiro consegue se livrar, mas o segundo é atropelado violentamente pelo carro de Pryce, que estava a quase 280 km/h, e o extintor por ele segurado atinge a cabeça do piloto, arrancando o capacete de sua cabeça, que perde o controle do carro e bate forte. Pryce não resiste e morre instantaneamente. O fiscal, Jansen Van Vuuren, então com apenas 19 anos, morreu. Ele só foi identificado por exclusão, pois seu corpo ficou irreconhecível. O Shadow de Pryce ainda foi atingir o Ligier do francês Jacques Laffite, não tendo no entanto causado mais danos físicos''.


Conclusão desta parte:

Na próxima semana contarei a segunda parte dessas fatalidades. Já comentando um pouco sobre a continuação do post, um dos pilotos que vou citar na próxima segunda-feira é Stefan Bellof, que com certeza é o piloto que mais deixa intrigas e imaginações de como seria sua carreira se não fosse a morte. Até lá!



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sábado, 17 de outubro de 2015

O Peraltado: dias nebulosos para um sorriso ardente

Olá pessoal. Sou Eduardo Casola Filho e este é mais um artigo da coluna O Peraltado. Trago neste post um assunto atual. Diante do dilema envolvendo a Red Bull e os fornecedores de motor na Fórmula 1, uma dúvida que paira sobre o mercado de pilotos seria: o que aconteceria com os funcionários das equipes energéticas que estão nas categorias.

Neste artigo, focarei mais sobre um piloto em especial: Daniel Ricciardo.

O sorriso anda escondido em 2015
O australiano ganhou experiência na HRT e na Toro Rosso com discrição e regularidade até chegar ao topo do programa de pilotos energéticos: uma vaga na Red Bull Racing.

Ricciardo entrou na equipe que havia ganhado tudo entre 2010 e 2013 e tinha em Sebastian Vettel como seu capitão dentro das pistas. Com as mudanças no regulamento, a turma dos energéticos perdeu o posto de principal equipe da Fórmula 1, com reflexos severos na equipe.

Quando estiveram juntos, um vareio do australiano
O rapaz de sorriso aberto e espontâneo aproveitou-se do momento e mostrou o seu potencial. Mesmo sem condições de brigar pelo título, Ricciardo demonstrou regularidade e personalidade. O aussie atropelou o tetracampeão de forma incontestável e afirmou seu nome em definitivo na categoria.

Chegou 2015 e sem Vettel, que rumou para a Ferrari, imaginava-se outro atropelo,desta vez contra o jovem russo Danil Kvyat. Apesar do favoritismo ser confirmado nas classificações (RIC 10 X 5 KVY), a classificação do campeonato mostra uma vantagem do russo de três pontos.

Placar em classificação: RIC 10 x 5 KVY / Placar em corrida:  RIC 7 X 8 KVY
É certo também lembrar que Ricciardo sofre com os problemas mecânicos constantes ao longo do ano, assim como Vettel sofreu em 2014. Mas Kvyat também andou sofrendo com isso ao longo dos anos. Não se engane. O desempenho na pista tem sido equilibrado entre os dois.

Ameaça energética

Não bastasse o desempenho de pista ter caído, com a Red Bull descendo de segunda para quarta força do grid, a equipe dos energéticos está em litígio com a Renault devido aos altos problemas da Unidade de Potência. As reclamações acintosas deixaram não só os franceses ressabiados, como também as demais fornecedoras.

Renault e Red Bull em pé de guerra
Neste cenário, muito se discute sobre o risco da empresa austríaca retirar suas duas escuderias e deixar a F1. Não é difícil de imaginar que a carreira dos pilotos energéticos sofreria um abalo grande.

Como o Corradi apontou recentemente, para Ricciardo, o mais experiente dos pilotos atuais da Red Bull, a incerteza é preocupante, pois há a necessidade de estar ligado a um projeto estável a longo prazo.

Em caso de uma saída dos rubrotaurinos, a quem recorrer? As vagas estão escassas e a concorrência é forte. Mesmo assim, o trabalho feito pelo australiano não permite que se aceite vê-lo a pé.

Agora, para ele ser acolhido por alguma equipe, muitas coisas precisam ocorrer, pois o aussie não vai querer ser mero coadjuvante. Se puder ficar em uma equipe melhor, é ideal.

E mais: caso a Red Bull tenha um motor mais fiável a sua disposição em 2016, essa pode ser a chance que ele espera para sonhar com o título.

A prova de fogo

Diante das possibilidades de conseguir brigar por posições melhores no grid se os energéticos se acertarem com Mercedes ou Ferrari. Ricciardo tem mais um desafio na carreira: provar que 2014 não um ano fora da curva e que ele é capaz sim de estar entre os grandes da categoria.

Ricciardo atrás de Kvyat: cena inesperada em 2015
Voltando ao retrospecto deste ano, a disputa equilibrada com Kvyat coloca um pulga na orelha de quem acompanha o circo. Mas o australiano ainda mantêm a credibilidade conquistada com o desempenho de 2014.

Agora resta ver se o rapaz de sorrisos largos consegue pegar o bonde da história a tempo e se consegue se impor como um piloto de personalidade

Basta ver o caso de Nico Rosberg. Após penar na Williams chegou sem muito alarde a Mercedes, quando a montadora alemã voltava com tudo opara a F1, tirando Michael Schumacher da aposentadoria.

No entanto, Rosberg se impôs e em três anos, não deu a menor chance para o heptacampeão. Muitos viam o filho de Keke como um futuro campeão.

A oportunidade parecia ter vindo com as mudanças de regulamento e a ascensão mercêdica ao topo. Mas com um ambiente mais hostil e com a presença de Lewis Hamilton, as coisas não se encaixaram.

Após um 2014 bem equilibrado e um 2015 complicado, Nico mostrou-se incapaz de brigar de igual para igual com o inglês e hoje a sensação é de que ele perdeu o bonde da história (ou melhor dizendo, não o deixaram embarcar)

Por agora, sem motivos para sorrir
Ricciardo está em situação parecida. Atropelou Vettel sem dó, nem piedade, prova definitiva de seus predicados. Agora precisa ir mais além: precisa mostrar do que é feito e buscar o título mundial. O problema é achar um carro para isso.

Mas, além do carro, a motivação precisa voltar. Sofrer com Kvyat não é o melhor para os negócios. Já não basta a forma como a direção rubrotaurina trata seus funcionários, a concorrência interna é pesada. Max Verstappen é outra pedra no sapato a ser neutralizada.

O fato é que o tempo está passando e Ricciardo precisa se recolocar no topo. Precisa de sorte, também, mas precisa aproveitar as oportunidades que aparecerem. O bonde do tempo já está para sair da estação a qualquer momento.




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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Lista de pilotos que nunca se classificaram para uma corrida de Fórmula 1.

Muitos pilotos já tentaram ingressar-se na Fórmula 1, porém alguns não tiveram a capacidade de classificarem-se para uma corrida na categoria, um desses pilotos foi Bernie Ecclestone, chefão da F1. Além dele, dezenas de pilotos fracassaram. Conheça esses despontantes fatos no post de hoje. Vamos lá, está dada a largada para mais um post:



Algumas estatísticas:

O recordista de tentativas fracassadas é o italiano Claudio Langes com 14 corridas sem sucesso na classificação, o Português Pedro Chaves vem em 2° nessa lista, com 13 fracassos. Claro que não estamos tirando sarro ou desmerecendo esses pilotos, claro que só pelo fato deles terem chegado na Fórmula 1, já os fazem nomes da categoria. Muitos corriam em carros horríveis e que de F1 só tinha a estampa, as chances de obter sucesso eram nulas.

A lista:







Imagens: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pilotos_que_nunca_se_classificaram_para_um_GP_de_F%C3%B3rmula_1




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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Grandes prêmios improváveis que podem acontecer num futuro próximo.

Já pensou se no calendário da F1 tivesse uma corrida nas ilhas Canárias? Ou na Romênia? Saiba que há possibilidades disso realmente acontecer num futuro próximo! Descubra essas mirabolantes ideias de Bernie Ecclestone e seus investidores no post de hoje. Vamos lá, está dada a largada para mais um post:



    As informações coletadas sobre essas possíveis corridas são do site: ''F1team.com''


                                                                      GP do Catar:



''o jornalista britânico James Allen afirmou em seu blog que Bernie Ecclestone conseguiu convencer aos promotores do GP do Bahrein a aceitar a entrada de uma corrida no Catar para a temporada de 2016 de Fórmula 1. Tudo isso foi preciso após a descoberta de uma cláusula no contrato com a gestão do circuito de Sakhir em que impedia a realização de provas de F1 em países vizinhos da pista bareinita.  De acordo com o artigo, o projeto visa a realização da etapa a partir de 2016 ou 2017. A corrida aconteceria no Circuito Internacional de Losail. O jornal entrevistou o presidente da Federação do Catar de Automobilismo, Khalifa Nasser Al-Attiyah, que confirmou a entrega da proposta.''


GP das Ilhas Canárias:


''O jornal espanhol AS informou que Bernie Ecclestone recebeu mais um projeto para a Fórmula 1. Desta vez seria a realização do GP das Ilhas Canárias. De acordo com o artigo, investidores alemães estariam construindo um aeroporto e um circuito na Ilha de Tenerife, localizada na parte sul do arquipélago. O jornal afirmou que Ecclestone recebeu o projeto que visa a entrada da etapa para a Fórmula 1 logo após a temporada de 2017.''

GP da Romênia:

A corrida romena já teria até um traçado definido.

''O jornalista britânico Joe Saward garante que Bernie Ecclestone está analisando a proposta que visa a entrada do GP da Romênia para a Fórmula 1. Segundo o jornalista, provavelmente a corrida deve acontecer entre as temporadas de 2016 ou 2017. Saward afirmou que o maior problema para a aprovação do projeto seria a construção de um circuito que tivesse condições de receber a F1.'' 

GP da Grécia:


''Houve várias reuniões com Ecclestone, desde a primeira reunião, que teve lugar durante o fim de semana do GP de Mônaco de 2012''. Essas reuniões abrangeram todos os termos que afirmaram que Ecclestone concordaria com a proposta dos gregos. Porém Bernie pediu que atendessem suas demandas, que na época eram principalmente em relação a situação política e financeira grega.
  '' Desde então, tem havido reuniões privadas e comunicação contínua por e-mail'', disse Papatheodorou, que também colocou oficialmente a sua opinião na grande mídia internacional sobre as questões que foram feitas por Ecclestone, afirmando que a Grécia (na época) suportaria e que isso dependeria principalmente de nossa preparação e planejamento. O presidente da FIA, Jean Todt, que imediatamente disse que ele era um defensor positivo da proposta, porém negou o apoio meses depois.

Trecho tirado do Post: ''''GP da Grécia, seria isso possível?'' de 31/08/2015.




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