sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

E o tricampeonato do Alonso?

O espanhol Fernando Alonso foi campeão mundial de Fórmula 1 nos anos de 2005 e 2006, acumulou 32 vitórias, 97 pódios, 22 polepositions e 23 voltas mais rápidas, são números de causar inveja em muitos pilotos. Apesar dessa aparência de sucesso e realização causada pelos números apresentados, sabe-se que mesmo 12 temporadas após seu último título, o espanhol ainda espera conquistar seu terceiro campeonato. E quantas vezes esse tri bateu na trave!  O espanhol ficou em 3° na temporada de 2007 (e apenas 2 pontos atrás do campeão Kimi Raikkonen) e foi vice-campeão nas temporadas de 2010, 2012 e 2013, tendo sempre Sebastian Vettel como mártir imbatível para atingir suas conquistas.
Apesar desses azares, nessa época sempre Alonso foi bem visto como um piloto respeitado e temido pelo grid, sempre brigando pela ponta e em equipes com um alto desempenho. Porém, alguns dados que serão mostrados aqui vão mostrar como faz tempo que a passagem de Alonso na F1 tem se tornado infelizmente cada vez mais baixa com o passar dos anos.



A última vitória de Alonso: 


A última vitória de Fernando Alonso até hoje foi em seu país natal, no GP da Espanha de 2013, já se passaram quase 5 anos. Neste tempo o espanhol ainda era piloto da Ferrari e vinha disputando a liderança do campeonato com Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen. Nesta corrida vencida pelo espanhol, Raikkonen foi o 2° e Felipe Massa o 3°.




A última poleposition de Alonso: 

A última vez que o piloto espanhol largou da 1° posição em um corrida foi no GP da Alemanha de 2012, corrida que também foi vencida por ele. Na época Alonso brigava pelo título da temporada e era líder com 154 pontos. 

Fernando Alonso (1°), Jenson Button (2°) e Sebastian Vettel (3°) naquela corrida.


O último pódio de Alonso: 

Foi na temporada 2014, lá se vão quase 4 anos. Alonso chegou ao pódio no GP da Hungria, após largar em 5° com sua Ferrari. Este GP foi muito conturbado pelo clima, acidentes, entrada de safety car e diversas trocas de posições, e Alonso fez uma grande corrida se mantendo fora desses problemas e assegurando um 2° lugar ao final numa prova vencida por Daniel Ricciardo e com Lewis Hamilton em 3°



O que teve de bom no período McLaren-Honda?

Como já muitos sabem, a parceria entre a McLaren e a Honda entre 2015 e 2017 foi um grande fracasso perto das expectativas para o mesmo. Muitos problemas de confiabilidade e rendimento trouxeram resultados péssimos e recordes negativos para a equipe. Fernando Alonso fez parte de todo esse processo, chegou na equipe no início de 2015 junto com a chegada da Honda. As expectativas eram grandes, mas o fracasso foi evidente logo. O ponto mais alto de Alonso na temporada foi aquele famoso rádio em que o espanhol dizia muito irritado com a situação de seu motor: ''GP2 engine, GP2 engine''.

Deixando um pouco de lado esses problemas e fracassos que fizeram Fernando vítima de estar disputando posições no fim do grid, podemos citar alguns pontos altos desse período:

-5° lugar no GP da Hungria de 2015
-5° lugar no GP de Mônaco de 2016
-Volta mais rápida do GP da Itália de 2016
-P1 no Q1 no GP da Grã Bretanha de 2017 (foto abaixo)
-6° lugar no GP da Hungria de 2017
-Volta mais rápida no GP da Hungria de 2017

Tudo isso ainda pode ser considerado muito pouco se levarmos em consideração outras fases da carreira de Fernando Alonso. 





McLaren-Renault, esperança?

Após o fim da problemática parceria entre McLaren e Honda, a equipe anunciou uma parceria de fornecimento de motores para 2018 com a Renault, o que significa visíveis mudanças para o time na temporada que está por vir. 
Se o maior problema da McLaren era visivelmente o motor, talvez esteja na parceria com a Renault a solução para lhes trazer competitividade. Para muitos, a decisão de trazer a Renault para a equipe foi influenciada por Alonso.
Sendo bem realista, se Alonso e a McLaren conseguirem ter confiabilidade e ritmo de prova para sempre brigarem por pontos e quem sabe até um pódio, já será uma grande evolução em relação às temporadas passadas. A equipe assim como Fernando, têm muita história para estarem onde estão atualmente. Para 2019, talvez possamos ver esse projeto mais concretizado, e quem sabe uma disputa mais pela ponta.



Ainda há motivos para acreditar:

Em muitos momentos de sua carreira, Alonso foi o piloto certo para o título, mas não esteve na equipe certa e na hora certa. Mesmo com 36 anos, o espanhol ainda se mantém em alto nível e pode sim disputar um título se estiver com um carro em condições. É esperado que Alonso permaneça por ainda 3 ou 4 temporadas na F1. 
Ainda dá tempo de correr atrás e dar a volta por cima após tantos anos tentando. É difícil de crer que 2018 será um ano vitorioso para o espanhol, mas pode ser um ano de evolução e de renascimento de um espírito vitorioso que na verdade nunca morreu, só esteve literalmente escondido no fim do grid. 

Fernando Alonso no momento mais alto de sua carreira. 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Williams e seu dilema por um piloto em 2018.

Olá amigos do Curva a Curva! 
Eu, João Vítor Dieter depois de muito tempo volto a este espaço para lhes escrever um pouco sobre o que tenho pensado e visto em relação a um tema que tem causado muitos debates e comentários entre os fãs da F1 nos últimos meses. Quem será o tal do piloto da Williams em 2018?
Como todos sabem, Felipe Massa anunciou sua aposentadoria da categoria logo após o GP do México do ano passado, então logo abriu-se uma vaga para a temporada 2018 na equipe. Além disso, o canadense Lance Stroll já tinha seu assento garantido para 2018 há um bom tempo.


Hoje mesmo, dia 10/01, um dos possíveis pilotos há assumir essa vaga da Williams já pode ser considerado carta fora do jogo, este piloto é Daniil Kvyat. O russo foi anunciado pela Ferrari como piloto de testes e desenvolvimento para 2018. 
Então quem ainda pode ter chance ter assumir essa vaga aberta do time de Wantage? Bem, é o que vamos analisar agora. 

Sergey Sirotkin: 

O russo Sergey Sirotkin vem sendo o mais cotado para assumir essa vaga segundo a imprensa internacional. Sirotkin já tem uma certa experiência com os atuais carros da F1, pois foi piloto de testes da Sauber em 2014 e da Renault em 2016 e 2017, pilotou em alguns treinos livres e também da pré-temporada. O russo tem 22 anos e passagens pela Fórmula Renault 3.5, GP2 (atual Fórmula 2) e também passagem pelas 24 horas de Le Mans no ano passado. De todos os possíveis pilotos que assumirão um cockpit da Williams na seguinte temporada, ele é o mais bem cotado.



Pascal Wehrlein: 

O alemão Pascal Wehrlein tem experiencias já na F1 através de seus testes pela Force India e Mercedes e suas passagens como piloto titular pela Manor em 2016 e pela Sauber em 2017. Wehrlein demonstrou um desempenho consistente pelas equipes que passou, tendo resultados superiores aos de seus companheiros de equipe em ambas temporadas. Além disso, Pascal foi campeão da DTM em 2015 e tem passagem pela Fórmula 3 Euro Series. 
Wehrlein está fora da Sauber para 2018 e tem na Williams sua única esperança de ter uma vaga na temporada que começa em março. 
A única ligação que Wehrlein pode ter com a Williams é a relação do time inglês com a Mercedes, que lhes fornece motores. Além disso, Wehrlein tem uma forte ligação com a montadora alemã há anos. 



Robert Kubica: 

Talvez essa seja a maior incógnita envolvendo a temporada 2018 até agora. Será que o polonês Robert Kubica poderia assumir um cockpit de F1 para disputar em alto nível uma temporada?
Kubica fez sua última participação na F1 em 2010, e ficou impossibilitado durante anos de guiar em alto nível devido a um acidente em um rally que o tirou da temporada de 2011 e nos anos seguintes o afastou de chances de voltar à categoria. 
Porém, em 2016 voltou a ter vínculos com a F1 através da Renault, que lhe deu chances de voltar pelo menos ao mundo da F1. Com isso, pilotou carros de F1 como o Renault R31, o Lotus-Renault E20 e o Renault R.S.17 em testes não oficiais durante o ano de 2017. 
O vínculo com a Williams veio nos testes de Abu Dhabi realizados no final de novembro do ano passado. Kubica teve um desempenho consistente, deu centenas de voltas e conseguiu ser mais rápido que o piloto titular da Williams Lance Stroll por cerca de 0.5 seg no teste que participou (não temos informações sobre uso de pneus e ajuste do carro nesses testes, só o tempo de volta talvez não possa ser levado em consideração). 
Apesar desses números positivos, ainda assim fica uma incógnita, pois a Williams não declarou nada há respeito de Robert, porém, se o polonês foi chamado para testar; alguma coisa tem por aí! 

  

O que a equipe tem dito sobre isso?

Por incrível que pareça, a Williams tem se mantido em total silencio sobre tudo isso que está acontecendo. A única informação sobre a temporada de 2018 divulgada pela equipe até agora foi que seu carro já está sendo desenvolvido plenamente. Não houve qualquer relação entre a equipe e esses pilotos citados que aproximaram publicamente de um anúncio de contratação. 
Não podemos deixar de citar, que a Williams tem como pilotos contratados como parte da equipe Paul di Resta, que participou do GP da Hungria de 2017 pelo time e Karun Chandock, que participou das temporadas de 2010 e 2011 da F1. Embora a chance deles saírem desta condição que estão, precisam ser citados.
A Williams terá cerca de um mês ainda para decidir sobre seu futuro piloto. Para nós, fica essa expectativa de ver um nome nome ou um novo velho nome da F1 no grid. 


quarta-feira, 15 de março de 2017

O projeto McLaren-Honda ainda tem solução?

Mais uma temporada está chegando e mais uma vez tudo indica que o plano de fazer o projeto McLaren-Honda ter sucesso está indo por água abaixo.

Quando a Honda retomou sua parceria com a McLaren em 2015, todos sabiam que haveria sim um tempo de adaptação e que as coisas não seriam fáceis no começo. Bom, mas esse começo já passou faz tempo e desde então a McLaren sofre com um carro pouco confiável, andando do meio do pelotão para trás, marcando poucos pontos e vivenciando tudo aquilo que uma equipe histórica como a McLaren não gostaria nem mereceria viver.

Mas será que existe um grande culpado pelos problemas que apavoram o time de Woking há dois anos?
É o que tentaremos descobrir nesse post!


Fernando Alonso mostrou dificuldades em manter um ritmo forte nos testes em Barcelona.


O chassi da McLaren é bom? 


Historicamente a McLaren quase sempre fez bons chassis e raramente se vê uma quebra em seus carros por conta disso. Além disso, aerodinamicamente falando, as linhas de construção das McLaren sempre foram bem feitas e isso sempre ajudou a equipe ir um pouco menos mal quando o motor não ajudava, vide 1993 e 2004. 
Bom, mas isso não quer dizer que o carro tem um ótimo chassi e uma ótima aerodinâmica, não creio que a McLaren seja a equipe que melhor tenha um desenvolvimento de chassi e aerodinâmica, especialista nisso é o pessoal da Red Bull. 
Talvez seria correto dizer que nesse quesito, o MCL32 é tão bom quanto uma Williams.

''Rodamos pouco nos testes por conta de problemas'' ''Todos estão prontos para Melbourne menos nós'', Frases de Fernando Alonso sobre a McLaren na pré temporada. 


E aonde está o problema então?

Obviamente que você deve estar pensando que eu vou falar ''tudo culpa da Honda'', bem, não é bem assim.
O pessoal de Woking também não está mandando assim tão bem na hora de fazer sua parte, não é nada excepcional o trabalho deles, eu diria em uma frase popular que: ''eles não estão fazendo mais do que a obrigação''.
E a Honda?
Os japoneses sim, não estão fazendo nem sua obrigação de entregar um motor que tenha uma equivalência de potencia com os Renaults, Ferraris e Mercedes. É notável que a velocidade final e a recuperação de velocidade das McLaren são mais lentos.
Mas o problema não está somente no Speed Trap ou no torque, e sim também na confiabilidade, que muitas vezes deixa a desejar.
Ou seja: a culpa do projeto McLaren-Honda ainda não tem dado certo vem de ambas as partes!

Alonso e Vandoorne que vão ''pagar o pato'' na prática por esse projeto que não embala.


Aonde estaria a solução:

A solução mais rápida e para o pessoal de Woking seria abandonar o projeto e voltar a usar motores Mercedes por exemplo. Bom, mas isso é uma resposta muito rasa e a curto prazo não aconteceria nunca. 
Talvez o que deve ser pensado de forma geral para o conjunto da McLaren-Honda seria repensar os conceitos de criação se baseando em projetos que estão dando certo.
Dinheiro não falta, de ambas as partes e por isso digo: Quem sabe se a Honda fizesse um trabalho mais ''feijão com arroz'' na unidade de potencia ao invés de tentar criar novos conceitos as coisas não estariam melhores? 

O MCL32 só volta às pistas em Melbourne, daqui há uma semana e meia.


A temporada 2017 está para começar, veremos aonde a McLaren pode chegar!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Podcast Curva A Curva #12- Carros malvadões are back, Lance Stroll na auto escola da F1 e McLaren dando passos para trás.

O primeiro Podcast do ano está no ar!
No programa de hoje falamos sobre o novo design dos carros da F1, a pré temporada, o estreante Lance Stroll, a McLaren e Hamilton e Bottas na Mercedes.    

                                   

Link para assistir: 



Semana que vem voltamos com mais podcast Curva a Curva!











terça-feira, 7 de março de 2017

O quão mais alto ''fala'' os motores da F1 2017.

Uma das maiores expectativas para a temporada 2017 é que o som dos motores V6 turbo dos carros ficassem um tanto mais alto e ''agradáveis'' para os fãs. Bem, tecnicamente os propulsores da F1 não teriam uma mudança no som, isso porque mesmo com mudanças aerodinâmicas, a tecnologia usada para mover os carros continua a mesma.

O motor Mercedes parece ter o som mais alto entre os propulsores da F1.

Mas será que é só impressão causada por alguma gravação dos testes de pré temporada ou os carros da F1 2017 estão realmente soando mais alto?

Por isso separei alguns vídeos que podem esclarecer isso, assista-os abaixo e tire suas próprias conclusões.

Câmeras externas 2016 X 2017: 

2016: 



2017:




As minhas conclusões: 

Na minha opinião tudo é muito contraditório ainda, pois é muito fácil manipular a taxa de captação de um microfone para causar uma impressão de um som mais cheio. Talvez o sistema de som usado pelos cinegrafistas nos testes de pré-temporada sejam bem diferentes daqueles usados nas transmissões oficiais da FOM.
Por isso digo, somente no GP da Austrália, com o sistema padrão das transmissões da F1 e com câmeras onboard dos carros.
Quero muito acreditar que o som esteja melhor e mais alto, mas não quero também cair em pegadinhas de vídeos do Youtube que manipulavam o áudio causando faltas esperanças.

Melbourne será a prova real!!! 

 

segunda-feira, 6 de março de 2017

A volta de quem não deveria ter ido...

Mais de um ano se passou, muita coisa no mundo da F1 aconteceu e em todo esse tempo o Blog Curva a Curva ficou parado, foi um longo pit stop!
Confesso que eu (João Vítor Dieter) falhei em parar com esse projeto que é tão legal. Hoje estava navegando por acaso em minha conta do Blogger e me deparei com a quantidade de pessoas que haviam acessado o blog nesse tempo que ficou parado, esse número me surpreendeu e me deixou muito feliz, por isso decidi retornar com o que nunca deveria ter parado...

Então é isso, bandeira verde no Blog Curva a Curva, é corrida que segue rumo ao início da temporada 2017!

Tempo de olhar para trás e recomeçar!


NOVIDADES:

A partir de agora teremos dois posts semanais (podem haver exceções dependendo do que está acontecendo no mundo da F1.)

Temos para esse ano o Podcast Curva a Curva, em parceria com o canal UCP Games. Fiquem ligados, essa semana vai ao ar o primeiro programa do ano!




Conto com todos vocês para falarmos muito sobre a temporada da F1 que está para começar aqui no Blog e também em nossa página no Facebook.


Até breve! 





sábado, 13 de fevereiro de 2016

Quem será o outro piloto da Manor?

Quase todas as vagas da temporada 2016 estão preenchidas, resta apenas um cockpit sem dono. Quem será que vai pilotar o 2° carro da Manor, única equipe sem a dupla decidida ainda? Veja as possibilidades no post de hoje:


























Alexander Rossi X Rio Haryanto:


Será que a Manor trocaria o certo pelo duvidoso? Eu digo que isso tem chances de acontecer sim, Veja: Alexander Rossi já participou de algumas corridas pela equipe, sua atuação no GP dos EUA foi notável. Mas será que isso já não é suficiente para ter um lugar garantido ao lado de Pascal Wehrlein? Não, pois do outro lado dessa disputa está o indonésio Rio Haryanto, que já tem ligações com a equipe desde 2010. Ele tem se mostrado bem forte na GP2 e além do mais, traz muito dinheiro para a equipe. Essa seria uma boa forma de unir o útil ao agradável.

Quem está na frente nessa disputa:

Se formos seguir a linha de pensamento que eu fiz acima, Haryanto já está quase dentro da equipe! Mas não é bem assim, pois a Manor tem contrato assinado com Rossi desde o ano passado e mesmo que esse contrato não dê certeza da participação dele na temporada de 2016, eles não iriam quebrar o contrato com um bom piloto como Rossi para assinar com algo que eles nem sabem se vai dar certo como Haryanto.
Ficou confuso? As respostas das perguntas abaixo vão explicar melhor.


Quem traz mais dinheiro?

Rio Haryanto, 1 X 0 para o indonésio.

Quem tem mais experiência em monopostos?

Alexander Rossi, 1 X 1, empatados.

Quem tem mais quilômetros rodados no cockpit da Manor?

Alexander Rossi, 2 X 1 para o americano.

Quem está há mais tempo vinculado com a equipe?

Rio Haryanto, 2 X 2, empatados.

Quem tem um pré-contrato de piloto titular?

Alexander Rossi, 3 X 2 para o americano.

Quem foi mais eficaz nas categorias de acesso?

Alexander Rossi, 4 X 2 para o americano.

Rossi wins!!



Conclusão:

Para mim, a vaga já é de Rossi! Sim, posso estar falando uma besteira enorme, mas acredito que esse ano a permanência do americano é o mais viável para a Manor. Haryanto é um bom piloto também, mas como vagas na F1 é algo muito concorrido, possivelmente dessa vez ele vai ficar de fora do grid e permanecer pelo menos mais um ano na GP2.





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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

As tempestades perfeitas.

Grandes campeões têm seus momentos de glória. Muitas vezes esses momentos acontecem tanto que se tornam tempestades perfeitas. Esse fenômeno meteorologicamente automobilístico acontece por diversos fatores. Conheça a chuva de títulos desses campeões no post de hoje:




Juan Manuel Fangio influenciou o clima por quase uma década:



Na década de 1950 não havia muitos ventos para soprar as enormes nuvens de Juan Manuel Fangio que pairavam sobre o terreno da Fórmula 1. Fangio tinha o conjunto perfeito: muito talento, uma grande personalidade e é claro, ótimos carros. Tudo isso resultou em 24 vitórias entre 1950 e 1958. Para se ter uma ideia do quão superior ele era em relação aos outros da época, ele venceu 5 das 8 temporadas que participou. Ou seja: 62,5% desses campeonatos.



Michael Schumacher, a maior tempestade da história:
                                                                                                       

As nuvens que trouxeram toda essa tempestade começaram a se formar em 1996, quando o alemão foi para a Ferrari. Nem mesmo ele poderia acreditar que tudo daria tão certo! 
A chuva de glórias começou a cair em 2000, quando Michael conquistou seu 1° título pela equipe italiana. A partir daí, a frente fria alemã ficou estacionada por vários anos sobre o terreno das corridas da F1. 
Como tudo no mundo, essa fase da tempestade perfeita de Schumacher acabou. A verdade é que ele sempre influenciou no clima da F1, desde que chegou por lá. Sua tempestade perfeita deixou marcas inapagáveis na história da categoria.

Sebastian Vettel, uma chuva repentina que virou tempestade:



Tudo começou em 2010, quando numa temporada cheia de reviravoltas no clima da F1, um alemão prodígio veio aos poucos tomando conta do campeonato e com sorte e talento garantiu seu 1° título mundial. No ano seguinte, a chuva tornaria-se uma tempestade perfeita com 11 vitórias num ano só e com um carro quase imbatível. Em 2012, muitos ventos sopraram tentando levar embora a tempestade perfeita de Sebastian. Porém, ele foi mais forte que isso e levou seu 3° título. Para 2013 a tempestade veio com mais força ainda pois foram 13 vitórias naquele ano!
A partir de 2014, a tempestade Vettel perdeu força devido aos fortes ventos soprados pela Mercedes. Apesar disso, todos conhecem o potencial do alemão e é por isso que eu digo que qualquer hora dessas a tempestade vai voltar, É bom todos ficarem atentos para futuras tempestades vindas da Ferrari n° 5.

   




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domingo, 7 de fevereiro de 2016

O Peraltado: O primeiro retorno da Renault

Olá pessoal! Eu sou Eduardo Casola Filho e esta é mais um texto para a coluna O Peraltado. Excepcionalmente neste domingo, lanço mais um artigo para o blog Curva a Curva. Para hoje, pego carona no grande acontecimento da primeira semana da fevereiro: o retorno oficial da Renault como equipe de fábrica à Fórmula 1.

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A segunda fase começou em 2002

Diante da ansiedade pela terceira passagem da marca francesa pela categoria, resta-nos lembrar de sua história nas duas primeiras passagens. Como o blog já fez um resumo da primeira passagem dos franceses, vou abordar um pouco sobre a sua segunda passagem, mais especificamente o primeiro ano do retorno da montadora.

Voltemos ao início do novo milênio. A Benetton, escuderia pertencente a uma tradicional grife italiana vivia dias complicados, com desempenhos pífios e perdas de patrocínios. Até o uso de motores era algo dramático, pois eles se viraram com motores da Renault de segunda mão, preparados pela Supertec e rebatizados de Playlife.

Como a montadora estava disposta a retornar à categoria máxima do automobilismo, juntou-se a fome com a vontade de comer. Assim, em 16 de março de 2000, a equipe de Enstone passava a ser propriedade francesa.

B201: a última Benetton, guiada por Jenson Button, em 2001

As temporadas de 2000 e 2001 foram tratadas como mero laboratório e a escuderia, ainda chamada de Benetton teve desempenhos sofríveis. Para 2002, o nome da grife das cores unidas dava lugar à tradicional fábrica gaulesa. Assim, a Renault voltava a ter uma equipe de F1.

Para a volta, a equipe francesa manteve Jenson Button, que estava na antiga Benetton no ano anterior e trouxe o italiano Jarno Trulli, egresso da Jordan para a equipe titular, além do jovem Fernando Alonso, destaque da Minardi em 2001, para piloto de testes o staff liderado por Flavio Briatore permaneceu no comando da equipe.

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Jarno Trulli, Jenson Button e Fernando Alonso na apresentação do R202, o carro do retorno
Com resultados apenas razoáveis nos testes, a expectativa era brigar para ser a quarta força do grid, apenas abaixo de Ferrari, McLaren e Williams. Tudo foi empacotado para a abertura do mundial, em Melbourne, Austrália.

No entanto, a primeira corrida de retorno da Renault como equipe durou pouco. Button acabou vítima da obliteração generalizada ocorrida na largada causada pelo acidente entre Ralf Schumacher e Rubens Barrichello.



Trulli, que largara em sétimo, se aproveitou da confusão e saltou para segundo! Após a saída do Safety-Car, o italiano resistiu às pressões de Juan Pablo Montoya e Michael Schumacher, mas na volta 8, fez besteira, rodou sozinho e bateu no muro, jogando fora a chance de um pódio, no mínimo.


A decepção do começo logo foi superada. Button teve uma boa sequência de pontos nas três corridas seguintes e manteve a regularidade como pôde. Trulli demorou mais para pontuar, mas a participação de ambos foi o suficiente para levar a Renault para a quarta posição no campeonato de construtores, com 23 pontos. (lembrando que apenas os seis primeiros pontuavam naquele ano)

Alonso: de test driver a líder da escuderia

Ainda que os franceses não tenham conseguido sequer um pódio no ano de retorno, a esperança estava em evoluir nos anos seguintes. A equipe foi se acertando, especialmente com a promoção de Alonso a piloto principal, o que lhe rendeu os títulos de pilotos e construtores em 2005 e 2006.

A Renault volta com o pensamento similar daquele ano. Após um período de transição e com uma dupla com estilo similar àquela de 2002, a esperança é de que as vitórias não tardem a vir.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O que será da Williams em 2016? Opiniões:

Mês passado pedimos ao nossos leitores que nos enviassem opiniões de como seria o desempenho da equipe Williams nessa temporada. Alguns foram otimistas, outros contidos e até pessimistas. Veja e opine sobre o possível desempenho da equipe de Grove no post de hoje:




Opiniões e comentários: 



Lucas P. Martins: Sinceramente, o mesmo do ano passado com menos erros e se a regra dos motores iguais for de fato efetiva uma vitória na Inglaterra.

Fábio SilvaUma boa temporada com o Valtteri até vencendo uma ou 2 provas e o desempenho medíocre que o Massa tem apresentado nos últimos anos.

Wellington FushimiNo ano passado a Williams tinha carro para andar junto com as Ferraris, esse ano espero que a mesma fasse passe. Com mais sorte e competitividade!

KART e AÇÃOSe considerarmos aerodinâmica testada nos túneis de vento, acredito sim em uma boa melhora na performance no que diz respeito pressão aerodinâmica. Um ponto que terá muito impacto nos resultados da Williams será a evolução das outras equipes em relação os aos motores (Ferrari e Renault) bem como a melhoria também na aerodinâmica deles.

Carlos Eduardo Beiró de Freitas: Não espero muito, quando andaram bem em 2015, ou Massa e Bottas erravam ou eles erravam... Três pneus iguais e um diferente, nem em carrinho de lomba... Lembram?


Ariel Olimpia: Se eles conseguirem fazer um carro que se adapte ao jeito agressivo do Felipe de dirigir enquanto aos pneus porque, ele nunca na vida foi um poupador de pneus, isso eles só vão conseguir melhorando a aerodinâmica desse carro
Outro ponto fraco da Williams é a estratégia.
As paradas nos Boxes também são um ponto fraco, qualquer milésimo que consigam ganhar será mais do que necessário para bater uma Mercedes ou uma Ferrari.
Se conseguirem se acertar nesses itens será vários passos para chegar mais perto da Mercedes, e talvez assim, brigar por uma vitória.



Filipe AugustoNa minha opinião a Williams desse ano vai ter uma melhora, mas isso não será muito percebido por nós, porque a Ferrari deve estar bem superior do que em 2015. Mas a Williams pode conseguir bons resultados com o finlandês Valtteri Bottas e o brasileiro Felipe Massa, mas ganhar corridas eu acho um pouco impossível.


Vitor Veine: Se a Williams evoluir da maneira que vem se especulando, acredito que ela possa tomar o lugar da Ferrari como segunda força da categoria. 

Em relação aos seus pilotos,  meu único comentário é sobre Bottas, que conseguiu provar ser agressivo e agora tem que manter esse ímpeto caso queira evoluir tecnicamente para conseguir um melhor equipamento.






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